Brazil set to introduce Euro VI-equivalent standards by 2020/2022 - Integer
manage you subscriptions
OR
stay where you are
Close
Please note: the downloads on this page may not work on your browser (Internet Explorer 7 or 8 from Microsoft) as we use encryption technology (to make your browsing experience as safe and secure as possible) which is newer than IE7 or IE8 supports.

Rather than downgrade our security, we apologise and request that you update to the latest version – IE11 – or alternatively download Google Chrome or Firefox – which work without issues.

Alternatively, please email
info@integer-research.com
and let us know which download you require so we can send it to you directly.
Your login details:






Read the terms and conditions*




Your interests* - select more than one if necessary
Environment & Emissions
DEF/AdBlue/ARLA 32
Emissions Control Technologies
Marine Emissions
On-Road - Light Duty Vehicles/Passenger car
Non-Road/Off-Highway
LNG/CNG/Alternative fuels
On-Road - Heavy Duty Vehicles
Engine/Vehicle Manufacture
Fertilizers & Chemicals
Ammonium Sulphate
Nitrogen
Phosphate
UAN
Sulphur
Ammonium Nitrate
Phosphate Rock
Potash (SOP)
Potash (MOP)
NPK
Sulphuric Acid
Urea
Value Added and Specialty Fertilizers
Wire & Cable
Data, signal & control
Enamelled/magnet wire
Fibre optic cable
Fire performance cable
Power cable
Specialty cable
Automotive Cable

REGISTER
Your login details:
Remember me?
forgot password?
?>
[]
Print Friendly, PDF & Email
Translate Click here to read this in:
Translate
Click here to read this in:

Brazil set to introduce Euro VI-equivalent standards by 2020/2022

Posted On: 20-09-2018 By: Alicia Bennett

By Ben Fielden, Senior Conference Manager at Integer Research

(Versão em português abaixo)

With India and China racing forward to implement Euro VI emission standards, IBAMA, the agency under Brazil’s Ministry of Environment, announced that it will seek to implement equivalent standards in 2020 for urban buses and 2022 for other heavy-duty vehicles. The announcement will likely be welcomed by an automotive industry that has been calling for greater global harmonisation, while the move to tighter emission standards reaffirms Brazil’s commitment to improving air quality.

Recently published documents on PROCONVE P8 from IBAMA (only available in Brazilian Portuguese) outlines standards very close to Euro VI, introduced across Europe back in 2013. These include in-service conformity limits, durability requirements at 160, 300, and 700,000km, WHTC (Worldwide Harmonized Transient Cycle) and NTE (Not to Exceed) testing, and OBD (On-board Diagnostics) limits, which will be introduced in two phases, with the first one matching the first step for buses and heavy-duty trucks, indicated above. Only the final limits, in 2023, will include restrictions on particle emissions, with the temporary phase allowing for monitoring.

A key differentiator between P8 and Euro VI will be the use of biodiesel blends, which is legally required nationwide in Brazil. The biodiesel content of the PROCONVE P8 reference fuel (used at certification tests) will be set at a 10% blend (B10), although this level is not currently available commercially. In contrast, the reference diesel specifications including in Euro VI standards included a 7% biodiesel blend.

When speaking to people within the industry, we have noticed that they are flagging biodiesel as a key issue in Brazil’s industry to achieve lower standards. Biodiesel was introduced because it decreases overall criteria pollutant (PM, THC, CO), however, it is noted that this comes at the expense of higher NOxemissions. A 2014 University of California – Riverside study found a “statistically significant increase of 3.6% for… B10-soy blend compared to… diesel fuel” in NOx emissions. The increase in NOx emissions was found to be greater in soy-based biodiesel than its animal-based counterpart. The 3.6% increase is significant but can be mitigated with aftertreatment systems. Meanwhile, research from the International Energy Agency – Advanced Motor Fuels, shows that at lower concentrations the effect of using biodiesel is marginal.

We understand that research has already been carried out by IBAMA, while further activities are to be conducted by the industry to understand how a B10 blend will impact Euro VI-level NOx emission limits. Some of these findings will be shared at Integer Emissions Summit & ARLA 32 Forum Brazil 2019 in São Paulo on February 12-13, 2019, and we expect biodiesel to be a key aspect of the discussions on how to achieve lower emissions by 2020/22.

Brasil em vias de implementar padrões de emissões Euro VI em 2020/2022

Por Ben Fielden, Gerente de Eventos Sênior, Integer Research

Com a Índia e a China avançando para a implementação dos padrões de emissão Euro VI, o IBAMA, agência do Ministério do Meio Ambiente do Brasil, anunciou que padrões equivalentes serão implementados, começando em 2020 para os ônibus urbanos e em 2022 para os outros veículos pesados. O anúncio provavelmente será bem recebido por parte da indústria automotiva, que vem esperando atingir uma maior harmonização, e a adoção de padrões de emissão mais rígidos reafirma o compromisso do Brasil com relação à melhoria da qualidade do ar.

Documentos recentemente publicados sobre o PROCONVE P8 do IBAMA descrevem padrões muito próximos do Euro VI, que estão em vigor em toda a União Europeia em 2013. Além de limites de emissões 80% menores que no P7, atualmente obrigatório no Brasil, esta nova norma inclui limites de conformidade em serviço, requisitos de durabilidade a 160, 300 e 700.000 km, o ciclo de testes WHTC (Worldwide Harmonized Transient Cycle), e exigências NTE (Not to Exceed). Limites de emissões detectados nos sistemas OBD (On-board Diagnostics) serão introduzidos em duas fases, sendo que a primeira corresponderá aos anos indicados acima (2020 para ônibus, 2022 para caminhões), em 2023 os OBDs passarão a avaliar também as emissões de material particulado, sendo o monitoramento permitido na fase inicial.

Um diferencial importante entre o P8 e o Euro VI será o uso de misturas de biodiesel, que é legalmente obrigatório no Brasil. Um teor de biodiesel de 10% será utilizado no combustível de referência (usado em testes de certificação), embora este nível não esteja ainda disponível comercialmente. Em contraste, as especificações do diesel de referência na Europa limitam o uso de biodiesel em 7% da mistura.

Após conversar com as pessoas dentro do setor, percebemos que eles estão sinalizando o biodiesel como uma questão-chave na indústria brasileira para atingir padrões mais baixos. O biodiesel diminui emissões de diversos poluentes (PM, THC, CO), no entanto, aumenta levemente as emissões de NOx, um dos principais alvos da norma Euro VI. Um estudo de 2014 da Universidade da Califórnia – Riverside encontrou um “aumento estatisticamente significante de 3,6% para… mistura de B10-soja comparada ao… combustível diesel” em emissões de NOx. O aumento nas emissões de NOx foi maior no biodiesel à base de soja do que em biodiesel de matéria-prima animal. O aumento de 3,6% é significativo, mas pode ser mitigado com sistemas de pós-tratamento. Enquanto isso, pesquisas da Agência Internacional de Energia – Advanced Motor Fuels, mostram que em concentrações mais baixas o efeito do uso de biodiesel é desprezível.

A indústria automotiva espera ter tempo para realizar pesquisas que demonstrem o impacto de uma mistura B10 nos limites de emissões de NOx no Euro VI. Algumas dessas descobertas serão compartilhadas no Integer Emissions Summit Brasil 2019, em São Paulo, de 12 a 13 de fevereiro de 2019, e o tema do biodiesel será um aspecto fundamental das discussões sobre como implementar o PROCONVE P8 com sucesso em 2020/22.